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Archive for setembro \30\-02:00 2010

Here Comes the Paul

Domingo, 7 de Novembro de 2010, Paul McCartney estará com sua trupe em Porto Alegre. Nos dias 21 e 22 será a vez de Sampa conferir o Beatle na sua turnê atual:

Será caro, mas é dessas oportunidades que cada nota é justificada. Ob-la-di, Ob-la-da-da!

Provável SetList:

“Venus and Mars/Rock Show”

“Jet”

“All My Loving”

“Letting Go”

“Got to Get You Into My Life” ou “Drive My Car”

“Highway”

“Let Me Roll It/ Foxy Lady”

“The Long and Winding Road”

“Nineteen Hundred and Eighty-Five”

“(I Want to) Come Home” ou “Let ‘Em In”

“My Love”

“I’m Looking Through You” ou “I’ve Just Seen A Face”

“Two of Us” ou “And I Love Her”

“Blackbird”

“Here Today”

“Dance Tonight”

“Mrs Vandebilt”

“Eleanor Rigby”

“Ram On”

“Something”

“Sing the Changes”

“Band on the Run”

“Ob-La-Di, Ob-La-Da”

“Back in the U.S.S.R.”

“I’ve Got a Feeling”

“Paperback Writer”

“A Day in the Life/Give Peace a Chance”

“Let It Be”

“Live and Let Die”

“Hey Jude”

“Day Tripper”

“Lady Madonna”

“Get Back” “Yesterday”

“Helter Skelter”

“Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band/The End”

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Em poucos dias estaremos colocando o nosso pedacinho de papel virtual nas urnas, colaborando assim para a escolha dos nossos novos governantes. Na véspera do voto, tão importante quanto estar com o título de eleitor na carteira, é ter conhecimento do cenário, histórico e atos dos principais personagens pedintes do seu “xís” seguido do barulhinho, aquele, na cédula virtual.

A aproximação da data exalta alguns ânimos, muda personalidades. Tem os tagarelas que se calam, e tem mudos que viram divulgadores ambulantes de campanhas, idéias, pessoas e partidos.

Cidades também mudam. A paisagem é enfeiada com gosto e persistência. Cavaletes e panfletos largados pelos nobres postulantes podem ser levados pelo vento ou chuva, que repostos serão com agilidade ímpar. Por que não criam mutirões de “voluntários” para limpar praças, orlas, melhorar escolas carentes, ao invés de amontoar pessoas com bandeiras em rótulas, atrapalhando e irritando? Aliás, os bótons ainda são usados? Ou não sujam o suficiente e por isso saíram de moda?

Parte da nossa frota também é engajada. Carros com o vidros traseiros totalmente tomados por propaganda política, estarão eles legais em relação às normas de trânsito? Pára-choques tapados, laterais idem, Kombis cobram por palmo quadrado?

Quando levantamos alguma bandeira, expomos muito do nosso modo de ser. Nessas, vestir a carapuça deste ou daquele político pode ser perigoso, pois, historicamente, a grande maioria dos envolvidos, bem como o cenário geral, é incoerente. Pessoas que fincam pé, embarcando em uma ideologia e depois ficam sem norte ou com discurso vencido perdem totalmente a credibilidade com quem confrontou suas idéias ou tentou cativar previamente.

Vestir política, para o eleitor, certamente funcionaria melhor se viesse após um ato de meditação, análise e estudo.

***

No meu carro, prefiro levantar outras bandeiras. Bandeiras tranquilamente muito mais coerentes.

No vidro dianteiro, levanto a do EU DIRIJO UMA LENDA, campanha do blog Fuscologia. Dirigir também é administrar, logo eu também administro uma lenda, e tenho como missão deixar ela em melhor estado do que quando a recebi.

No vidro traseiro direito de carona, levo as do ABAIXO O ESCULACHO e  Blog do MacFuca. A primeira por que é muito fácil corromper-se, descaracterizar a essência do produto, dar costas para a tradição. Para ajudar, temos os apêndices xunadores, como janelas bolha, consoles de chão de ônibus, retrovisor de supermercado, olho de gato na porta, aerofólio de fibra, antena de CrossFox sobre a janela traseira… opções existem aos montes e me assediam o tempo todo. A segunda bandeira dessa janela é explicada porque um bom  administrador deve ter dentre as suas referências, pessoas dedicadas aos pequenos detalhes, não apenas aos grandes. Pessoas que mantém-se focadas dentro do seu objetivo, mas sempre abertas ao mundo, fazendo amizades e interagindo.

No vidro traseiro esquerdo de carona, eu levanto a do Gonzo 1961. Afinal, nem tudo é moleza nessa vida e, para se chegar ao resultado desejado, quase sempre temos que arregaçar as mangas e batalhar muito. O dinheiro está curto, o tempo aperta, mas as ferramentas estão a disposição e o possível é feito da melhor maneira.

Com ou sem eleição, analogias à parte, no meu carro levo apenas bandeiras coerentes e de valor.

Nelas eu acredito.

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Movimentando peças

Na última segunda os gaúchos foram brindados com um feriadão. Gozei o meu em Florianópolis, junto do meu casal de avós, de dindos e duas primas, além do meu pai. Mas a estrela desses dias foi, por uma série de fatores, o meu avô paterno.

A blogueira Ingryd Lamas certa vez me falou que eles são criaturas especiais. Simples e perfeita a afirmação da Ingryd. O meu não foge a esta regra, já fez de tudo e mais um pouco nesta vida.  Soldado da ONU, ajudou a abrir a Faixa de Gaza com o Batalhão de Suez, professor, chefe escoteiro e cheio de histórias, meu avô é um mundo.

Pois ele participou – ainda participa na verdade – diretamente da minha criação. Durante o período que estive em Florianópolis lembrei que aprendi a jogar xadrez com ele.

Era um método engraçado. O vô foi enxadrista premiado no exército, e eu era um piá jogador médio de Atari. Pois durante bons anos a metodologia dele consistia em me dar corda, fazer pegar gosto pelo jogo, e eu ia aprendendo na seguinte toada. Ele provocava situações, errando de propósito para que eu me colocasse em condição vantajosa no jogo e tivesse facilidade de montar ataques.

Já eu, por mais que tentasse acertar, errava coisas banais. Pra comer uma peça sem grande importância, acabava entregando uma de maior hierarquia e assim, prejudicava toda a minha estratégia.

Meu avô foi um cara persistente dentro da tarefa de me ensinar xadrez, e eu aprendi.

Foi muito bom ter ido até Florianópolis.

Acontecerá neste final de semana o Grande Prêmio de Cingapura de Fórmula 1. O 15° round será mais um embate, dessa vez noturno, entre os postulantes ao título de 2010.

Curiosamente, a disputa desse ano traz consigo uma semelhança com as ingênuas partidas de xadrez  que eu levava com meu avô, nos velhos tempos.

Vejamos.  Vem existindo o jogo para que pilotos abram mão de sucessos pessoais com o intuito de ajudar seus companheiros. Vem acontecendo também sucessivos erros, muitas vezes bobos, dos principais postulantes ao título.

Tudo isto, normal em corridas, colabora para que tenhamos um campeonato cheio de possibilidades, e polêmicas.

Faltam apenas cinco etapas para que seja definido o novo campeão, após um recorde(?) na troca de líderes.

Felizmente na Fórmula 1 não existe a chance de se propor o empate.

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Roger Waters, 67 anos.

No dia 06 de setembro Roger Waters fechou mais um ano de vida e este blogueiro, mesmo que tardiamente, lembra a marca.

Tenho tudo que foi criado pelo Floyd e nas carreiras solo de seus integrantes, acho que a maneira menos clichê e mais interessante de homenagear Waters é postar uma obra da sua fase pós Pink Floyd, não tão conhecida.

Os prós e os contras de se pegar carona. Som na caixa!

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No Rio Grande do Sul, infelizmente, o Museu da Ulbra foi leiloado para abrandar os prejuízos da união, decorrentes da singular administração do ex-reitor, hoje indiciado.

No Distrito Federal a união, que raramente investe em algum tipo de preservação de patrímônio histórico cultural e/ou tecnológico do país, requisita o espaço físico de um respeitado e importante museu particular para transformá-lo em um arquivo morto.

Engraçado, afinal, estamos numa época em que todas as organizações com pensamentos para um lugar além investem em arquivos especiais, digitalizando e armazenando documentos, conseguindo maior durabilidade com as mídias, economia de espaço e de custos, em detrimento dos moribundos e não mais justificáveis prédios de arquivo em grande escala. Sabiam que, inclusive, arquivologia moderna tem cada vez mais espaço nas questões dos concursos públicos?

É revoltante e incompreensível.

Eis o modo de pensar que, em nosso amado país, justifica um pouco o número de formandos de direito tão superior ao de novos engenheiros.

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Desenlaces

Um amigo meu vai vender o seu carro.

Ele, casado e já pai de família, pretende desfazer-se, afastar-se, deixar de somar novas marcas no hodômetro do seu protegido.

Deve estar maluco, largar assim seu sonho de metal nas mãos de outro Vital.

Abandonar um filho adotivo, encontrado sem documentos, filiação e totalmente dependente do novo protetor. Que reaprendeu a andar e a parar; rejuvenesceu recuperando a sua identidade e os seus traços cromados; que fez das suas artes e traquinagens para depois, enfim, ser levado ao cartório.

“Nome tal, filho de, nascido em, vulgo isso, eu, o despachante, dou fé.”

Deixar um(a) ótimo(a) companheiro(a) nas mãos de outro alguém. Após bons passeios, muitas conversas e confissões, fotos e estórias. Após exibirem-se, sabendo de ego contente que outros humanos o(a) olhavam. Depois de criar um círculo de amigos ao redor desta companhia, e a companhia nunca reclamar da atenção prestada à eles.

Mas entendo o meu amigo. Ele é casado e pai de família, essa parte de sua história surge, diariamente, através das mãos de outro artista. Mas ele pode renovar-se, deixar de ser passageiro indefeso na sua trajetória para então criar nela subtítulos, assumindo míniprojetos e se alimentando deles, criando parte de si mesmo.

A missão com aquele ser querido terminou, um não soma mais nada ao outro. A porção que agora falta está em outro agregado mecânico que logo será trazido para a família.

Eu entendo.

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Fazendo compras

Se tem uma coisa que eu odeio, e fujo o quanto posso, é acompanhar uma mulher no mercado.

Posso ficar de bobeira, fazendo nada durante horas, que a sensação de tempo perdido não será maior do que a de 15 minutos andando em círculos por entre as fileiras de produtos.

Horas atrás fui convocado para esta missão, e chamei reforço. Meu idoso carro, que aos poucos volta à vida normal de um automóvel, foi fazer o rancho do mês, reencontrando, pela primeira vez desde que refiz a sua mecânica, essas tarefas usuais para as quais qualquer veículo nasce.

Que tal o passeio?


O maior barato! Fazer compras é sempre uma oportunidade para ter novos amigos, trocar experiências, rever a vizinhança. Não lembro a última vez que fiz, faz tempo… mas lembro bem da primeira, lá em 1969.


Muito diferente de hoje?


Era mais colorido, muito mais. Me sinto meio deslocado, não entendo a língua dos jovens, nem pára-choque de lâminas metálicas eu vejo mais. Com quem eu vou tirar um sarro aqui? Nos meus bons tempos adorava contar vantagem pra cima dos DKW’s. – Ô fumacento, vão comprar um óleo de cozinha pro teu tanque também? Ah, eu era terrível.


Hoje tem coisa pior, muito pior do que qualquer “Déka” já foi…


Espero me enturmar com esses jovens franzinos, mas aquela minha turma era Tric-tric-rolimã que só. Aliás, ainda se fala Tric-tric-rolimã?


Não, hoje se fala “dukaralheo”. E fica tranquilo, se não tem mais DKW’s indo fazer compras, o ar continua não fervendo.


Verdade! Graças ao meu bom deus Porsche, o ar nunca ferverá. Dukaralheo!



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Algumas coisas marcam, não tem jeito. Cresci numa casa cheia de objetos que chamavam a minha atenção. Toda mesinha, prateleira, tudo aquilo em que colocavam o que eu não alcançava era uma tentação. Vasos coloridos vindos do Egito, bonecos de barro, telefone com luz, porcelanas… algumas, inclusive, eu consegui alcançar e quebrar.

Mas a vida no raso plano terrestre dos meus primeiros passos também me era interessante. Havia na sala um rádio que, se não me engano, meu pai que fez. Era ele uma caixa de madeira, bem trabalhada. Nas laterais dois falantes de carro e no centro um toca-fitas e um amplificador tojo.  O centro, aliás, era tapado por um vidro fumê que abria e fechava.

Pensem numa criança feliz. Bom, bastava eu ligar o rádio, fechar a tampa fumê e sentar olhando as luzinhas do tojo e suas piscadelas seguindo os graves das músicas; piscadelas fumês. Em um determinado momento o rádio sumiu, foi levado para a sala de trabalho do meu pai.

Esse rádio ficava sobre um leque de discos de vinil, e os discos em minhas mãos. Era só a casa ficar vazia e lá ia eu. Da coleção, o meu preferido era um que a minha mãe ganhou em 1979. O capricho do encarte dele, a trilha sonora de Grease – Nos tempos da brilhantina, é tão grande que eu achava que realmente pegava o bem mais valioso da minha casa. Tanto que até os dias de hoje ainda o temos por aqui, intacto.

Cresci e o filme também marcou. Esse musical, retrato da vida colegial americana dos anos 50, fisga fácil quem o assiste sem preconceitos. O primeiro amor e a primeira desilusão, o primeiro carro, rachas, músicas, gangues rivais…fórmula seguidamente repetida nos dias de hoje, mas Grease, só ele vem inocente lá da época dos discos de vinil.

Que tal estas três máquinas presentes em Grease?

Primeira) O Ford.

“…this car is automatic, It’s systematic,  It’s hydromatic…”

Com o início da segunda guerra mundial, a produção de automóveis nos Estados Unidos foi interrompida e as fábricas juntaram-se ao esforço de guerra na produção de armamento e do material bélico.

Um desses carros era o Ford De Luxe;  sua produção foi iniciada em 1941, e durou até a interrupção da produção em 1942.

Com o término da guerra e a escassez de aço e outras matérias-primas, a solução encontrada pela Ford foi à continuação da produção dos modelos pré-guerra, com pequenas modificações que agradassem o mercado consumidor.

Com a sua produção retomada em Julho de 1945, a Ford apresentava o mesmo carro, mas agora com três versões: Super, De Luxe e Super De Luxe. Havia três opções de motores, um seis cilindros em linha e dois oito cilindros em V, os míticos Flathead.

Esses modelos traziam soluções diferenciadas em um mesmo pacote, como um dos primeiros sistemas modernos de trava de volante com a chave da ignição, e também, a partida no motor era feita pressionando-se um botão no painel, como nos modernos keyless.

A chave de rodas do carro se transformava em uma antiquada manivela para ligar o motor em caso de pane da bateria, resquícios do pré-guerra.

Modificações eram feitas de ano para ano, a fim de diferenciar os carros. A maioria delas em pequenos detalhes como frisos, grade e outros pequenos detalhes que não mudavam a característica geral dele e nem o desenho de sua carroceria.

Devido á falta de aço para a indústria, uma solução prática criou um dos grandes ícones dos anos 50 e 60. Os woodies e suas carrocerias de madeira.

No filme, um exemplar de 1948 é reformado aos moldes dos hots da época, com peças de origem duvidosa, pela gangue dos “T-Birds”. Toda a operação acontece dentro da oficina do colégio Rydell High, para desespero de um professor. Este carro torna-se um dos personagens da trama, pois é preparado para um racha numa espécie de grande vala de concreto, a Thunder Road. Durante a disputa, o mocinho Danny Zuko deve vencer o líder da gangue rival em um trajeto de ida e volta

Segunda) O Mercury.


“…is necessary more than a shining painting to be successful on Thunder Road…”

O primeiro Mercury do pós-guerra de desenho totalmente novo trazia, além de estilo, um nome próprio.

Até então, todos os Mercury eram batizados pelo ano de lançamento, até o surgimento do Mercury Eight em 1949.

Com sua carroceria longa e arredondada, ele quebrava o conceito dos automóveis da época, que eram mais altos e quadrados, com seus para-lamas salientes e estribos largos.

Trazia um motor Flathead com oito cilindros em V, que geravam mais de cem hp, pouco mais do que os 90 hp do mesmo motor utilizado na linha Ford.

A Mercury era a divisão de luxo da Ford, e, por isso, seus carros traziam um melhor acabamento, com mais frisos cromados e requinte em sua construção. Isto justificava o seu preço mais alto.

Seu estilo e potência chamaram a atenção dos customizadores, entre eles George Barris, da Califórnia. Barris foi responsável, entre outros carros, pelo Batmóvel da série de televisão original dos anos 60.

Barris customizou seu primeiro Mercury Eight ainda em 1949, definindo um estilo que se tornaria à base da Kustom Kulture, com carros rebaixados, carrocerias modificadas e alisadas, pinturas com flames sobre bases candy e acessórios diversos, que valeram o apelido de Led Sleds, ou trenós de chumbo.

Toda gangue tem as suas broncas. A bronca do filme chamava-se Scorpions, a gangue rival. Durante a trama acontece à disputa na Thunder Road contra o Mercury 1951 de Leo, líder dela.

O seu carro, um conversível pintado em preto fosco com chamas, tinha um mecanismo que fazia soltar fogo da descarga. Durante a disputa, foram colocadas lâminas cortantes no eixo das rodas, que eram utilizadas na tentativa de estourar o pneu do carro adversário.

Terceira) A loira.


“…Oh Sandy baby someday when high-yi school is done…”

A Britney Spears está para a protagonista de Grease assim como a Cláudia Leite está para a Ivete Sangalo, e em ambos os casos, a copiada é bem melhor.

A linda Sandy de Grease ralou muito até que sua carreira emplacasse. Olivia Newton-John começou a cantar nos anos 60, fazendo relativo sucesso na Austrália. No inicio dos anos 70, cantando músicas de Bob Dylan, a então moradora da Austrália alcançou sucesso internacional e ganhou certa projeção, mas a carreira dessa cantora country teimava em não decolar.

Ao protagonizar Grease, que teve enredo adaptado ao seu sotaque australiano, finalmente Olivia encontrava o reconhecimento que tanto buscou. Interpretando uma jovem estudante australiana em intercambio nos Estados Unidos, cantando e dançando, o rosto da mulher de 30 anos entrava para a vida de muitas pessoas, pessoas que deram a este filme uma das maiores bilheterias já conquistadas por um musical, e que até hoje é querido.

No filme, a tímida e recatada Sandy passava por uma transformação, virando um mulherão. O mesmo rumo foi dado à carreira da cantora, que deixou o country rock para aventurar-se em músicas dançantes e com letras menos inocentes. Era chegado os anos 80.

P.s.:1) Rodrigo Lombardi (@lombardi13), do blog Hurbanos foi o co-autor desta postagem, ajudando nos assuntos “Vê-Oito-ísticos”

P.s.:2) Existe outra versão do Ford 1948 no filme, o Grease lightning era o carro dos sonhos do mocinho, que no final vira realidade

P.s.:3) Este blog nunca falará de John Travolta 🙂

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