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Archive for junho \28\-02:00 2011

Matrimônio

Jackie Stewart guiando sua linda Matra

…menos de duas semanas para o fim do primeiro semestre na faculdade. Tá quase

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De Subaru na Ilha de Man

Volta e meia pintam vídeos promocionais de tirar o fôlego da galera. Neste, mostrado pelo eterno Divisão 3 José Manuel Ferraz, a Subaru leva um modelo 2011 do mundial de rallie para passear na mítica Isle of Man, local onde ocorre um dos eventos mais tradicionais e perigosos da turma das duas rodas, o Tourist Trophy.

Pra começar bem a semana, vamos de carona:

Fonte do mapinha: http://www.thebrightstuff.com

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Da série “filmes que todo pai deveria ver com seu filho”, hoje coçou incômoda uma grande vontade de reencontrar a primeira grande coisa que assisti no cinema: As aventuras do Barão de Munchausen.

O filme não é de muito tempo atrás, 1988 fica apenas algumas quadras depois do Plano Real. Os atores também não são ilustres desconhecidos: Uma Thurman, Robin Williams, Sarah Polley – novinha que só; A história está longe de ser pobre ou enfadonha e a fotografia, isso que vemos abraçar o desenrolar da história, trás uma mistura de realismo fantástico, delírios de Salvador Dalí, efeitos especiais e cenários de teatro.

Não entendo como esse filme não virou um clássico,  pois para mim virou.

O herói, grande mentiroso criador de causos, reencontra velhos companheiros de aventuras. Um homem com a força de milhões, outro mais rápido que um projétil, um anão com pulmões poderosos, um magro com ouvidos de longo alcance…e com eles, já  sem o mesmo vigor de muitos anos antes, enfrenta algo muito além de suas maiores mentiras.

Não viram ainda e nem levaram fé na minha propaganda? Então apelo para o trailer abaixo.

Esse filme fez  um bem danado para os meus lá 10 anos de vida. Nunca mais o esqueci.

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Fangio, centenário

O vídeo abaixo não é nenhuma novidade, rola na internet faz tempo. Mas é Fangio em cores, reencontrando sua Mercedes W196 – elegantes.

Um lance legal dessa apresentação é a brincadeira contra Brabham, num carro da década seguinte a sua Mercedes. Fica a impressão que o charutinho pode sumir fácil, mas toda a reverência ao tricampeão é prestada e o peguinha foi um barato.

Grande Maestro.

P.S.: O Mestre @Speeder76 fez uma biografia 10 do argentino no seu blog -> http://continental-circus.blogspot.com/

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Cavalo de campanha

Um dos carros mais simpáticos e interessantes que andam frequentando as pistas dos autódromos gaúchos, nesse ano de 2011, é o Corcel I de Fernando Lenke.

No último final de semana tive o prazer de acompanhar, em Tarumã, a terceira etapa da Copa Classic Gaúcha. Ao chegar nos boxes e ver o Corcelzinho estacionado lembrei, de cara, que em 1968 Bird Clemente e José Carlos Pace utilizaram um no último ano de corridas de rua na capital, as 12 Horas de Porto Alegre – Circuito Cavalhada-Vila Nova. Com um modelo 4 portas deram trabalho ao Fusca vencedor dos irmão Fittipaldi.

O valente carrinho nasceu em 1968 sob o emblema Ford, após a compra da Willys do Brasil pela empresa americana. Ela ganhou o projeto desenvolvido pela Willys em parceria com a Renault, pros franceses foi batizado de R12 – em Torres sempre aparecem bravos R12 trazidos pelos veranistas hermanos.

Guardo algumas fotos do meu pai, gurizão, sentado no porta-malas de um. Taí, teria um 4 portas da primeira série fácil fácil. O acabamento era incrível e o Kit Binno seria indispensável.

E assim, carregando um bom bocado de história consigo, o mustanguinho  segue fazendo a alegria de quem curte carros antigos e os valoriza. É impossível olhar para um grid tão bonito e não deixar de pensar que nascer na época errada é comum, triste é não saber viver a nossa.

Na última prova uma saída de traseira marcou a trajetória, e a lata, dos Corcéis em solo gaúcho. Abaixo imagens e vídeo do acidente. Apesar do estrago, o carrinho voltou a prova e foi embora de Maverick, cheio de pose.

P.S.: Fotos e vídeo da rodada foram surrupiadas do blog do Niltão Amaral

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V de vôo solo

É o que sugere a mão direita de Jim Clark nessa baita foto.

Motor empurrando forte, cambagem negativa na traseira

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Raios Kubicos

Raios

Mostrasse eu a foto abaixo para algum andarilho do campus onde estudo, falando que aquele cara é muito sortudo e vencedor, por certo teria boas chances de ouvir: Ô! Todo homem que tem uma companheira fã de Beatles é…

Raios²

Kubica tem muita sorte, nasceu com simpatia e talento ao volante contagiantes. Tornou-se, pelo seu estilo, um dos pilotos mais populares da F1 estando sempre à margem das equipes de ponta. Em 2010 fez a torcida ganha nos seus anos de BMW acreditar em conquistas, nele tirou o máximo da sua Renault.

Ninguém sabe o que a temporada de 2011 da categoria traria para ele, mas sentimos – nós que gostamos da sua figura e de certa forma vivemos o esporte – no osso o que o começo do ano trouxe fora dela.

Raios³

Esse cara apoiado em muletas é um vencedor, está vivo. Sorte, por uma pequena distância a lâmina daquela murada não torna o trauma sofrido muito pior. Nesse momento, apenas o carisma e o talento que ele carrega justificam alguém olhar pra essa foto e pensar, de imediato, em prazos para vê-lo nas pistas novamente.

Kubica tem uma noiva fã de Beatles, certamente planos para uma família, familiares e amigos, está vivo e começará a luta para recuperar toda a funcionalidade do seu braço direito. Sim, seria incrível se ele, assim como Piquet fez com Indianápolis, legitimasse a sua maior vitória sentando novamente num carro de corridas, mas, agora, basta tê-lo de pé e inteiro, novamente.

Valeu, Kubica.

P.s.: É sempre justo e honesto dar créditos, né? Logo, a foto foi retirada do http://globoesporte.globo.com, que por sua vez a tirou do http://www.Fakt.pl

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…além do “banco da sogra”, existia a “mala do cachorro”.

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Tarumã – 12.06

Que belo final de semana!

24 horas de Le Mans, rodada dupla da Indy no Texas, uma corrida maluca da F1 no Canadá, Moto GP e muita coisa legal em Tarumã.

O Tarumã, ensolarado, recebeu nesse dia dos namorados as trupes da Endurance, Copa Fusca, F 1.6 e Copa Classic Gaúcha. Um barato ver o envolvimento da turma pra que tudo vá bem na pista e fora dela.

Algumas coisas que me chamaram a atenção:

– Fusca AP amarelo de José Luis Fontes e Paulo Fontes, correndo QUATRO provas, entre Classic e Endurance, sem refresco.

– Carretera do Ratão, que fez uma disputa bonita com um Opala.

– Equilíbrio entre os monopostos da F 1.6

– Diversidade da Endurance: Voyage, Fusca, Maseratti, Ferrari, Fusion Stock, Audi…

– A agitação do Niltão Amaral, correndo e divulgando o evento. (Ele e Leonardo terminaram com seu Passatão em terceiro, após soma das baterias)

Algumas fotos do dia:

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Meu amigo Felipe, o maior pulha da família Pereira, tem uma jóia na garagem. O Monza 1.8 1990, comprado em plena forma, precisaria de pouco além do que um banho de tinta para passar por zero. Precisaria.

Houve um tempo em que o guri era pura alegria com seu sonho de metal. Chegava ao trabalho todo pimpão a galhofar causos:

“Ninguém roda mais macio; Ninguém arranca mais rápido; Ninguém seduz mais a mulherada; Não tem Vectra que chegue aos pés do meu Monza…”

Sacanear os outros é do jogo. Assim, o Felipe e seu Monza tiveram o troco por parte dos companheiros de trabalho.

Como todos aqui sabem, mas sempre me cabe relembrar, houve o Monza –hum- Clodovil Hernandes. Certo dia pela manhã, só dava o Monza – hum – Clodovil Hernandes no setor. Páginas do anúncio na parede, no mural de recados, na gaveta dele… Piadas, comparações; não se ouviu naquele dia a voz pimpona do dono do Chevrolet, que foi o carro do ano de 83, 87 e 88.

E nada mais foi como antes. Naquela noite o carro, do nada, apagou. Minutos depois, voltava a funcionar como se nada tivesse acontecido.

“Mudei a gasolina, deve ser isso”

Encontro com uma gatinha no dia seguinte, mesma ladainha. Indo para o trabalho, pela manhã, de novo. A voz, antes pimpona, já era um saco de lamúrias.

Começava aqui a rotina de idas e vindas à oficina. Limpeza do tanque, bomba de combustível, revisão da parte elétrica, algumas trocas de bobina, de velas, juntas, giclês… Dinheiro gasto, meses passados, e parecia que finalmente o Monza voltava a sua velha forma.

“O carro é %^$*$, quando anda.”

Uma semana, duas semanas… Os problemas pareciam superados e as piadas voltavam, mais fortes do que nunca.

Mas acontece que dia desses, o Felipe foi dar uma volta, o carro novamente apagou. Ligou para um amigo o socorrer, no caminho o amigo foi sequestrado… Pela manhã, na hora de resgatar o danado do Monza, ele ligou normalmente, vruuum, pronto para outra…

Analisemos com a razão. Não é problema mecânico, é puro mal-humor. O Monza do Felipe é apenas isso, um grande mal-humorado – que odeia o Clodovil Hernandes.

“Deixei de ser Opel Ascona na terra mãe, Pontiac e Buick nos states, Isuzu no Japão… pra vir ser sacaneado no Brasil! Deus! ” Resmunga.

Que saudade das galhofadas do Felipe sobre seu lindo carro, que ambos superem. Há vida além da garagem – o Clodovil não está mais entre nós.

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