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Archive for novembro \27\-02:00 2011

Festa em Interlagos

É uma emoção diferente, essa. Assim como Emerson de Lotus, ano passado, comigo Piquet e Brabham sempre foi apenas em vídeos e tributos.

Nelson eu ainda acompanhei nas suas últimas temporadas, de Benneton, mas não era o auge. Não vivi o seu auge e o tenho como um dos meus ídolos, gozado.

Foi bom por demais ver ele com aquele carro, acelerando e se divertindo. Antes de brincar com a audiência, em clima de final de campeonato, azulou o cano da Brabham do acervo do ex-patrão Bernie em quatro voltas, virando em torno de 1min39seg baixo na melhor delas, isso com um carro de 30 anos.

Obrigado, valeu a tarde.

(Vídeo pescado no youtube, não sei como creditar corretamente o usuário que subiu ele)

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BT49

Domingo está chegando. Como aperitivo, o carro que abrirá a festa e um pouco da sua mecânica.

Em 2013 tem mais Piquet, heim.

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Por instantes estamos novamente no final de 1981. Agora a Fórmula 1 tem um novo campeão e o Brasil a magia sendo mantida.

Os anos do mito desbravador Emerson na Copersucar já mostravam o praxe discurso ingrato e desmemoriado da torcida quando Nelson Piquet, cria do automobilismo de base  –  por um tempo correndo escondido da forte família, chega ao topo.

Foi o primeiro dos três títulos (81,83 e 87) de um dos mais talentosos, geniosos e vencedores atletas entre os que representam este país no mundo.

30 anos depois, comemorando 1981, reencontrará a sua Brabham e dará a bandeirada em Interlagos. Será mais uma oportunidade para compreendermos quem foi Nelson Piquet, visualizarmos o tipo de pressão e situações que enfrentou e como lidou com tudo isso – oportunidade também para vermos a linda BT49C em ação.

No primeiro título, ficou apenas um ponto na frente do argentino Carlos Reutmann, da Williams.


Brabham Motor Racing Developments, na gestão de Bernie Ecclestone

Modelo: BT49C by Gordon Murray, Patrocinado pela Parmalat, de 1981

Pilotos: Nelson Piquet (Campeão), Hector Rebaque (décimo) e Ricardo Patrese

Chassis em alumínio, pesando aprox. 586kg. (deixa para lá…)

Câmbio Hewland de 5 marchas

Freios com discos de carbono

Pneus Michelin, amortecedores Koni

Motor Ford Cosworth v8, com 2.993 cm³ gerando 475 cv à 11000 rpm

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Blibliografia:

Foto copiada do ótimo F1 Nostalgia

Dados de statsf1.com

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No final de semana em que a Fórmula 1 cumpria tabela no prá lá de chato GP de Abu Dhabi, o Clube do Fusca de Porto Alegre realizava o seu encontro no shopping DC Navegantes.

Tanto lá como aqui o Reino Unido esteve no topo. Dá-lhe Hamilton desquitado e parabéns amigos do Clube mais bonito da cidade – Sucesso total.

Foto tirada pelo querido amigo Cristian.

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Que tal essa? 

Em 1955 um bando de malucos, com seus esquis de neve, disputando corridas onde são rebocados por motos e por carros?

E me parece que o Fusquinha venceu os Porsches!!!

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Em 2012 é dever de todos que gostam de automobilismo torcer pelo piloto na maratona dos Jogos Paraolímpicos de Londres, ou em qualquer outra coisa que ele resolva disputar. É o cara, merece.

Obrigado pelo vídeo, Du Cardim.

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Deu zebra

O “massa” da foto é que a suspensão dianteira aguentou o tranco.

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O filósofo e educador Paulo Freire escreveu em “Pedagogia da Autonomia”, livro para professores, que acrescentamos algo no mundo que não fizemos por culpa da criatividade, fruto da curiosidade que nos move.

Bueno,  isto implica correr riscos ao construir algo. É uma opção muito cômoda preferir um produto pronto, mas assim a realização durante o projeto inexiste, e apaga-se a personalidade do autor – Já pensaram que estórias sem graça os netos ouviriam de seus avós se assim fosse?

Meu pai começou a reconstruir uma Puma 1977. Projeto para uns dois anos de batalha, mas como dito nos dois parágrafos anteriores, esses dois anos serão tão interessantes quanto o uso e as histórias que virão dela pronta.

O carro nasceu em 1977, tal e qual este aí de baixo

Pelos anos 80 o dono anterior – a cara do ex-piloto Jorge Fleck – bateu ela e optou pela troca da sua carroceria para o modelo posterior. As fotos da sequência são as da Puma com a nova carroceria.

É esta que hoje meu pai reconstrói, de certa forma eu e meu dindo também.

A infeliz foi comprada por um “artista da fibra” em algum lugar dos anos 2000 e começou um processo de transformação em algo. A traseira foi encurtada, surgiram entradas de ar, novos para-choques, novas lanternas…e ainda viria um motor AP.

A ideia é devolver a Puma a sua forma original, a da primeira foto, mas na cor branco pérola – meu Fusca 1969 pediu exclusividade. Temos portas, vidros, acabamentos e mecânica. A carroceria foi entregue para receber de volta traseira e frente corretas, ganhar um tratamento geral. Depois virão os próximos passos

A foto abaixo é dela já desmontada em Florianópolis, de saída para o fibreiro. E o projeto de longo prazo do meu pai já tem até história.

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