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Archive for dezembro \31\UTC 2011

A virada

Se as coisas estão “nos trinques” por aí, que se mantenham. Agora caso a maré tenha que virar, que assim seja.

Obrigado pela companhia e amizade em 2011, um ótimo 2012 para todos.

 

Acima: Uma virada – Emerson vencendo em Waltkins Glen/70. O brasileiro começava a dar as caras e impedia o piloto da Ferrari Jacky Ickx de alcançar os pontos de Jochen Rindt, que seria o campeão póstumo da temporada. Era a primeira da Lotus após a perda dele.

Fonte da foto: http://www.autosport.com/

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Para tentar compreender o que foi a corrida pelo pioneirismo na conquista dos céus – com todo o experimentalismo dos idos de 1900 – clique neste link e se delicie com imagens incríveis.

Hey you, up in the sky.

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Franco Cévert

A França voltou com tudo, serão três onde antes não havia nada.

Mas antes de tudo isso, até mesmo de Prost, havia o mito François Cévert.

(C. Amon, mas a foto é bonita)

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9 horas de Tarumã

Acorda.  Vamos pra Tarumã, tem 12 horas.

Ah, mas eu estou encerado.  Em mil novecentos e setenta e dois foi uma poeira dos infernos, nunca esquecerei.

Lá tem um DKW vermelho

Tô dentro, ele disse.

E lá fomos nós dois – eu e meu VW sedan 1969 – para Tarumã.

Cheguei ao Templo às 16 horas. Tempo de ver arrancadas, conhecer pessoas, ver as incríveis baterias da Classic e de beber.  E bebi…

Dentre as provas tradicionais restantes em nosso país, 12 horas de Tarumã figura com propriedade. Entre 1962 e 1968 nas ruas da zona sul de Porto Alegre, a partir de 1971 em Tarumã.

…segui bebendo até a hora da largada. Público em peso, clima lindo. Vi o alinhamento à Mans, a volta de apresentação, largada lançada e corrida. Logo percebi que a prova seguia formal na pista, mas no entorno o clima era de celebração e confraternização – automobilismo de verdade.

Valeu muito a pena.

Dormi no banco traseiro do fusquinha até o sol me acordar, às 09 horas ia para casa com uma dor infernal na cabeça.

No próximo ano termino as 12 horas de Tarumã – levarei barraca.

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O destino num cubo mágico

Pois o destino é um cubo mágico. Daqueles que foram moda, venderam aos montes e agora devem estar todos engavetados, que poucos afortunados conseguem sucesso durante a brincadeira.

Somos lembrados de que o destino é isso a todo o momento: “O senhor não autenticou o protocolo de requerimento, complete duas linhas verdes e volte aqui”. Viver podia ser tão mais fácil. Aliás, é justo avisar que a sua companhia perfeita pode estar ali na face amarela completa, mas pedaços de outras cores tenderão a entrar no caminho primeiro.

Montar cada face, colocando peças no lugar e hora corretos. Ao acordar, escolher entre uma roupa sóbria ou colorida; entre o novo tênis branco ou o surrado vermelho; ir de carro ou tirar a bicicleta da garagem.

Giramos as peças, giram as peças por nós, mas não deve existir dúvida de que toda vitória justa só acontece quando ninguém ajeita o nosso lado. Isso só cabe a você, por mais quadrado que seja.

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Hoje completei mais uma linha na montagem do meu, outro semestre da Faculdade de História passou.

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Neste final de semana houve a Tradicional 12 Horas de Tarumã e,  antes como abertura, as duas baterias finais da temporada da Copa Classic RS.

Farei um post com calma, mas antes tenho que compartilhar uma foto sortuda tirada do meu celular: Na segunda bateria da Classic, Senhor Feoli, matando a saudade das corridas de DKW, vinha escalando o pelotão até pegar óleo e sair…Não sem antes passar a carretera do Ratão na frente de todo mundo.

(O grid da nossa copa de clássicos regional é algo um tanto especial)

Que venha 2012.

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Bastardos Inglórios – A entrada da minha cidade:  É assim mesmo muito próxima da idéia do filme do diretor Tarantino, de queimar os fantasmas do passado sem entretanto esquecer das lições que eles nos deixam, que se encontra a minha opinião dentro da polêmica levantada pela sugestão de troca do nome da avenida de entrada de Porto Alegre.

Atualmente ela se chama Avenida “Presidente” Castelo Branco, o primeiro governante pós Golpe Militar. Vejam, não estamos discutindo o nome da Rodovia Transamazônica, esta sim criada a peso de ouro durante o regime, mas sim da entrada da capital dos gaúchos, fundada em 1772.

Dos argumentos contrários à mudança, o que me parece mais fácil de ser combatido por sua fragilidade é o de que a história não pode ser apagada ou reescrita. Isto não ocorreria com a simples mudança de nome.

Não em um país onde nenhum envolvido em abusos e crimes da época foi punido; onde famílias ainda procuram seus parentes; onde bustos de figuras ligadas ao regime seguem sendo inaugurados em praças de cidades  e onde qualquer tentativa de formar uma comissão ou de se tornar público o acesso a documentos é fortemente barrada. Esta história segue viva, entre nós.

Não vejo nada disso como tentativa de reescrever algo, mas sim de afastar a minha cidade de identidades e afinidades que ela não comunga. Em tempo, o novo nome proposto é “Avenida da Legalidade”, que tampouco me agrada.

Praças, escolas e vias de transporte devem representar a comunidade, não movimentos, regimes e figuras políticas.

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