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Archive for maio \31\UTC 2012

…um projeto vencedor começava com MAXOIL no cárter

O valente carrinho dos irmãos Fittipaldi vencia o Corcel de Bird Clemente e Carlos Pace.

Tenho a impressão que essa 12 Horas de Porto Alegre sempre será resgatada. O Circuito da Cavalhada-Vila Nova também faz parte do mito.

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Fear and Loathing Mônaco – Final de semana  frustrante para quem esperava algo diferente da etapa da F1 – ok, temos mais um vencedor na temporada, o sem sal Webber.

Antes, na GP3, preliminar do evento oficial, o piloto russo Dimitry Suranovich assumiu uma postura anti-desportiva de assustar. Gilles Villeneuve às avessas, defendeu sua posição após perder a asa traseira, usando todos os meios possíveis para bloquear a passagem do  norte-americano Conor Daly na estreita pista urbana.

O terrível acidente na saída do túnel poderia ter graves consequências; a perda da licença para disputar provas automobilísticas é o mínimo desejado ao infame russo.

Poucas emoções na F1; apenas Pérez deu algum movimento à prova ao largar em último e quase pontuar.

A batida na partida tirou Koba da disputa e deu grande susto em Schumacher. O veterano, que cumpria punição e por isso não largou na ponta, mais uma vez deixaria de completar uma etapa – Rosberg o domina com facilidade.


A expectativa de chuva, que daria para Vettel um pulo do gato, não se confirmou. Seu companheiro de equipe venceu e empatou a vice-liderança do campeonato.

Campeonato que segue sendo liderado por Alonso. O espanhol faz uma de suas melhores temporadas, tirando mais resultados do que qualquer envolvido na criação do carro deste ano jamais poderia projetar.

E Jenson Button penou diante da Caterham de Kovalainen, para o constrangimento dos olhos atentos de Antonio Banderas.

Where the Buffalo Roam – A Indy 500 é sempre um barato de se acompanhar. Esse ano havia o batizado do chassis novo e a estreia de dois veteranos da F1 como atrações.

Após o hino, o voo dos aviões e o “start your engines”; após trocas seguidas de vácuo com seu companheiro da Ganassi, a atuação monstruosa de Kanaan animando as últimas voltas e a iniciativa transloucada de Sato em busca da vitória na última volta; Após 3 horas de fritura, Dario Franchitti se tornaria tri-campeão das 500 Milhas de Indianápolis.

Will Power e Mike Conway deram a grande pancada da prova:


E por fim: Um dos ex-personagens da F1, o homenageado em Mônaco, receberia bandeira preta por desempenho abaixo do aceitável no oval; o outro realizaria uma prova honesta e competente.

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Imprevisível

Este monumento instalado em Mônaco lembra o feito de William Charles Frederick Grover-Williams, vencedor do primeiro GP disputado nas ruas do principado. Com uma Bugatti que ele venceria, no distante 1929.

Na atual temporada é impossível qualquer tipo de convicção em relação ao vencedor da prova. 2012 está imprevisível.

…ok, ok, nenhum piloto da Hispania, Caterham ou Marussia vencerá – eu acho.

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Um dos grandes mitos dentro dos festejos juninos é a Barraca do Beijo. Não existe beijo de prenda bonita em troca de míseros cobres; ou talvez eu tenha freqüentado os arraiais errados – de família, alheios a momentos fugazes.

O condomínio em que eu moro costumava promover festas juninas. Os preparativos envolviam os antigos vizinhos na função das pizzas e cucas, fogueiras e barracas, bandeirolas e quentão flambado; a cadeia funcionava enquanto a fogueira ardia.

O clima para a criançada era muito bom. Aliás, junho deveria ser também o mês das crianças; não se faz outra coisa nessas festas senão brincar. A minha mesada, sagrada, contada, coitada, ia para o espaço feito balão. Meus cobres preciosos eram todos gastos em comida e nas barracas de jogos.

Até a abertura da festa o estoque das barracas era uma espécie de Segredo de Estado, era na casa do síndico que os prêmios eram escondidos.  Aliás, deve existir um código caipira que determina a hierarquia dos prêmios em disputa nas barracas: Tiro ao Alvo com Bola de Meia e Latas de Azeite, prêmios pouco atrativos – jogo de lápis, giz de cera, cadarços, bonés de loja de material de construção; Jogo das Argolas, prêmios medianos – shampoo, prendedor de roupa, sabonete, perfume, camiseta das últimas eleições; Barraca da Pescaria, abençoada seja – kit de maquiagem para elas, bola de futebol para eles, copos, canecas, cerveja, vinho, livros.

Aprendam, pequenos caipiras: os melhores prêmios saem na pescaria. Anzol de arame, vara de taquara, peixes de cartolina numa caixa de areia; foi em uma dessas que pesquei o meu.

No final da festa presume-se que o quentão está menos flambado e que os melhores prêmios já se foram, mas após pegarem o meu peixe, a surpresa: Veio do estoque um disco de vinil – sem arranhão, papelão perfeito, capa em preto e branco com um dirigível  – tinha 14 anos e pela primeira vez escutaria Led Zeppelin, disco de 1969.

“(…) O balão vai subindo, vem caindo a garoa. O céu é tão lindo e a noite é tão boa. São João, São João..”

P.s.: Para a pequena Mari, que viaja no balão de chumbo.

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Semeadura

A nova safra da F1 é riquíssima em personagens e talentos.

Renovou, e não renovamos.

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Uma pena que no final da história,  durante a festa, houve explosão e fogo nos boxes da Williams, mas…

…Frank Williams, um cara que é a F1 em seu traje mais simpático, nunca sonharia tamanho presente de aniversário.

Os 70 anos do fundador da equipe que leva seu nome vieram com pole de Maldonado, herdada por uma pane seca de Hamilton depois da sua volta de classificação, e uma corrida perfeita do venezuelano na sequência.

Corrida de gente grande, de equipe grande.

Na largada Maldonado perdeu terreno para o genial Alonso, que cruzaria as primeiras voltas na liderança e com ele a revezaria ao longo das paradas. Até que Pastor recuperasse seu posto de origem definitivamente após a última parada e, segurando a pressão do piloto da casa, colocasse novamente a equipe de Frank Williams no topo.

Sem problemas de desequilíbrio e desgaste de pneus, erros do piloto ou falhas mecânicas – apenas uma porca de roda teimou em dar trabalho durante um trabalho de pit – o hino venezuelano era descoberto pela trupe da categoria.

Foi uma corrida empolgante num todo, com brigas em diversos pontos do pelotão. Destaque para o arrojo de Kobayashi e a boa performance de Kimi Raikkonen, talvez com outra estratégia teria roubado a festa do dono desse post.

A batida de Bruno Senna (que perde espaço), não fechou nenhum sorriso após a vitória, já a explosão nos boxes, momentos após a foto oficial, sim (alguns mecânicos foram hospitalizados mas estão bem).

P.S.: Fotos retiradas de http://totallycoolpix.com/

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Jacques on Gille’s

Demais!

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