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Archive for março \30\UTC 2013

Esse é pra ter em dvd, na sua coleção pessoal.

Rush tá nascendo caprichado, Ron Howard completamente atento aos detalhes. Que venha logo!

Curtam o trailer e alguns takes extras, é tudo demais.

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A Fórmula 1 é fascinante!

Em 1984 a Tyrrel corria com o carro abaixo:

tyrrel012_1984

Esse é o Tyrrel 012, sendo conduzido por Stefan Johansson – dono de um dos capacetes mais legais que já pintaram por aí.

O “formato de caça F14” é bem parecido com o que a Brabhan usou no BT52 do ano anterior (1983).

Daí no final de julho, em testes na pista de Zandvoort, a Tyrrel aparece com as novidades abaixo:

TyrrelTest21984

TyrrelTest1984

O carro que Stefan Bellof guiou nesse teste trazia inovações na traseira.

O formato Coca-Cola, que deixava a bunda do carro mais presa ao chão, faria sucesso na McLaren MP4/2 e chegaria ao título de 1985 nas mãos de Alain Prost.

(Sobre essa cria de John Barnard, escrevi um post bem legal que vai nesse link.)

McLaren MP4 2

Tecnologia que vai e vem, espionagens e parcerias.

Curiosidades que me deixam curioso.

Quem souber mais sobre o projetista da Tyrrel e do trabalho feito por ele ao longo da temporada de 1984, se apresente.

Fonte: Forum do http://www.autosport.com/

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De Fusca para a Prússia

Que tal ir para os lados poloneses em grande estilo?

Gostei do reboque, aliás … mas, e se o besouro inventa de estragar no leste europeu?

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As duas fotos abaixo foram encontradas dentro de matéria feita pelo Portal ClicRBS no tema “Aniversário de Porto Alegre”.

Elas mostram, vejam só (!), o boxeador Muhammad Ali (ou Cassius Clay), visitando as instalações da Miura na cidade de Porto Alegre.

O boxeador, então aposentado e já sofrendo de Parkinson, visitava uma Miura consolidada no mercado.

Era o ano de 1987. Os belos carrinhos fora-de-série já não eram mais construídos sobre a mecânica dos VW a ar, nessa fase eles nasciam na Av. Assis Brasil impulsionados pela motorização do VW Santana e com o que de mais moderno havia no mercado.

Seria ele um possível garoto propaganda? Talvez um importador de Miurinhas em terras estrangeiras?


MuhammadALI-Miura

E depois, para matar a fome, nada melhor do que um espeto corrido.

Ali

Muito legal!

Quem quiser conhecer mais da história da Miura: o artigo do Best Cars, no UOL, é obrigatório.

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(Can’t you hear, can’t you hear the thunder? You better run, you better take cover”)

É bom matar uma saudade.

A Fórmula 1 recomeçou com uma feliz combinação: bagunça, causada pelo temporal na classificação e depois boas surpresas durante o desenrolar da corrida.

Ter Kimi vencendo num cenário desses é bom demais. Coloca o carismático piloto na condição de desafiante dos medalhões Alonso e Vettel. Estes, em uma primeira e incerta sensação, sentam respectivamente numa Ferrari bem mais competitiva e numa Red Bull não tão distante do pelotão.

A regularidade pode ser um grande trunfo para Kimi e sua Lotus nessa briga, algo onde que a Mercedes já começou pecando.

Entre as surpresas positivas temos Sutil fazendo grande papel no retorno de suas desventuras em Chinatown, e Jules Bianchi, que tirou poupa gorda do caroço da Marussia. Surpresas negativas? O novo McLaren se mostrou muito fraco, assim como a Caterham e sua dupla de pilotos.

Kimi, Vettel e Alonso. Lotus, Red Bull e Ferrari. Foi dada a largada.

Dia 24 de março é  Malásia – um circuito parecido com Jerez de la Frontera para uma Lotus parecida com A Lotus.

Sobre o dilema Lotus, convido-os a dar uma passadinha no blog do Capelli e conferir seu texto. O link, aqui.

Até mais, turma.

KimiWins

Foto retirada de: http://www.formula1.com

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Faleceu na madrugada desta segunda-feira Wilson Fittipaldi, o “Barão”, aos 92 anos de idade.

Certa vez o “Barão” decidiu transmitir através da Rádio Panamericana a emoção que um piloto sente na pista, dividindo curvas e vencendo retas com os olhos no retrovisor.

Buenas. Era uma corrida de moto – 24 Horas do ano de 1965 – e o “Barão” amarrou todo o seu equipamento numa BMW 600cc. Ao assumir a moto o sr. Wilson Fittipaldi logo sentiu a fria em que se metera – aquilo era muito pesado e impossibilitava a pilotagem. Dane-se o trabalho, pois. Em poucas voltas o “Barão” voava na pista enquanto o seu equipamento de rádio aguardava nos boxes da equipe BMW.

Nessa corrida o “Barão” se acidentaria e não teria sucesso. Mas o processo que ele havia iniciado no final da década de 40 já estava bem encaminhado e prestes a dar grandes frutos. Após retornar da Europa, onde transmitiu o GP de Bari – acelera Chico Landi! – também pela Rádio Panamericana, passou a incentivar o automobilismo em solo brasileiro.

O que aconteceu nos anos 50 e 60 é bem conhecido: Interlagos ganhou corpo, as Mil Milhas se transformaram na prova mais tradicional do calendário, surgiria a CBA, dinheiro, patrocinadores, visibilidade e toda uma geração de pilotos. Entre estes nomes, Emerson e Wilsinho, filhos do “Barão”.

Missão cumprida.

wilson-fittipaldi

Que os dirigentes não-tão-nobres do nosso automobilismo retomem logo o caminhado ensinado, para não ficarmos cada vez mais olhando para o retrovisor em plena reta.

Foto retirada do site  http://sergiomattar.com/

Fonte: Oricchio, Livio. Mil Milhas Brasileiras – 50 anos.

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