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Posts Tagged ‘carretera’

Ano passado o Rodrigo Lombardi fez a arte abaixo. (Aqui o link do post)

Ele pegou uma foto que tirei  e mesclou com uma foto da “visita” que o Seu Breno fez à delegacia do Bairro Tristeza, em 1968.

1968 foi o último ano de corridas nas ruas de Porto Alegre, com Pedra Redonda e Cavalhada-Vila Nova.

Pois esses dias o filho de Breno Fornari, Alexandre, postou em seu Facebook a foto abaixo – Em outro ângulo vemos bem  o baita estrago que o Breno fez. Que pancada.

Então lá vamos nós para mais um “ontem e hoje”:

Lembrei do jogo Pedra, Papel e Tesoura. A pedra venceu? O artista Rodrigo responde abaixo:

 

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Neste final de semana houve a Tradicional 12 Horas de Tarumã e,  antes como abertura, as duas baterias finais da temporada da Copa Classic RS.

Farei um post com calma, mas antes tenho que compartilhar uma foto sortuda tirada do meu celular: Na segunda bateria da Classic, Senhor Feoli, matando a saudade das corridas de DKW, vinha escalando o pelotão até pegar óleo e sair…Não sem antes passar a carretera do Ratão na frente de todo mundo.

(O grid da nossa copa de clássicos regional é algo um tanto especial)

Que venha 2012.

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Tarumã – 12.06

Que belo final de semana!

24 horas de Le Mans, rodada dupla da Indy no Texas, uma corrida maluca da F1 no Canadá, Moto GP e muita coisa legal em Tarumã.

O Tarumã, ensolarado, recebeu nesse dia dos namorados as trupes da Endurance, Copa Fusca, F 1.6 e Copa Classic Gaúcha. Um barato ver o envolvimento da turma pra que tudo vá bem na pista e fora dela.

Algumas coisas que me chamaram a atenção:

– Fusca AP amarelo de José Luis Fontes e Paulo Fontes, correndo QUATRO provas, entre Classic e Endurance, sem refresco.

– Carretera do Ratão, que fez uma disputa bonita com um Opala.

– Equilíbrio entre os monopostos da F 1.6

– Diversidade da Endurance: Voyage, Fusca, Maseratti, Ferrari, Fusion Stock, Audi…

– A agitação do Niltão Amaral, correndo e divulgando o evento. (Ele e Leonardo terminaram com seu Passatão em terceiro, após soma das baterias)

Algumas fotos do dia:

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Muita melancolia.  Uma das carreteras do Breno Fornari alí, exposta no meio de carros mil e outros modernos, esperando um comprador.

Existe também uma certa ironia, que só os conhecedores da história percebem. O ponto da loja fica no pé da subida da Eduardo Padro, exatamente onde as carreteras passavam voando para retornar ao bairro Tristeza. Isso no Circuito da Pedra Redonda, que parava a cidade de Porto Alegre e hoje é um ilustre desconhecido.

Patrimônio cultural do Rio Grande do Sul, esse carro deveria cair nas mãos de quem conhece e preserva nossa memória. Só consigo pensar no Trevisan e seu museu, em Passo Fundo.

Que esse Ford coupé 1940, V8 292,  caia em boas mãos.

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Divido com vocês essa beleza de pôster, criado pelo Rodrigo Lombardi (@lombardi13 no twitter), para a contra-capa de um trabalho que fiz para o curso de História/UFRGS.

O Rodrigo, muito artista, pegou uma foto que tirei no último domingo (2011) e mesclou com uma foto da “visita” que o Seu Breno fez à delegacia do Bairro Tristeza, em 1968. (Abra numa nova janela para melhor visualização)

1968 foi o último ano de corridas nas ruas de Porto Alegre, com Pedra Redonda e Cavalhada-Vila Nova.

Venceram a prova da foto acima, os 500 quilômetros de Porto Alegre, o veterano Chico Landi e um jovem Jan Balder. Eles fecharam as 40 voltas do insano trajeto de 12,5km com uma média de 142km/h (!)

A BMW vermelha voou na liderança e o grande Breno Fornari quase entrou nas celas da delegacia com seu Simca. A velocidade crescia e as ruas estreitavam, Tarumã não tardaria em virar realidade.

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