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72 Martini, Dry

A receita abaixo foi retirada do portal da Veja/SP. Segundo o sagaz barman Kascão, o caminho do coquetel perfeito passa por:

“3 gotas de vermute; 100ml de gim seco; Cubos de gelo e 1 azeitona verde com caroço. Encha uma coqueteleira com cubos de gelo e retire o excesso de água. Pingue três gotas de vermute, de preferência francês, e misture com uma colher. Em seguida, despeje na coqueteleira o gim seco. Mexa novamente durante dez segundos. Coe a mistura e despeje na taça própria de martini, que deve estar bem gelada.”

Acho que se eu tomar essa poção aí, algo estranho acontecerá nas minhas entranhas. Melhor evitar, abrir uma cerveja, e curtir um outro lado da história.

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1978 Porsche 935 Moby Dick_www.scorpiocars.net

O carro acima faz parte da minha infância. Eu tinha uma miniatura plástica linda, da Glasslite, com um avanço nos eixos que permita que ficasse em duas rodas (tal e qual o Herbie nos filmes).

Um pouco além do mundo lúdico, falamos do Porsche modelo 935, o “Moby Dick”. Lindo, esguio e com monstruosas rodas traseiras; carro que chegou apenas em oitavo na Le Mans de 1978.

Quanto ao meu brinquedo, eu sempre pensei que fosse Martini o nome do carro – como o Gol do avô ou o Chevette do pai, até compreender como as coisas funcionam.

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E hoje tivemos a confirmação da parceria entre Williams e Martini. Um resgate, um belo resgate, de duas mãos: por um lado daquilo que pintava as carenagens das pistas de anos atrás, do nosso Moco, por outro da grandeza desse time que teima e não se entrega.

Como não torcer para que as coisas voltem aos eixos na equipe do ídolo Frank?

WooW

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Vovó da Leyton House

Matra

 

Pouco linda essa Matra, heim?

Achei no tumblr Betwheen the White Lines

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nico_monacoGostaram da corrida? Eu gostei.

30 anos depois de seu pai Keke, Nico Rosberg também vence o Grande Prêmio de Mônaco.

Nico vem conseguindo largar na pole em 2013, mas o fraco desempenho em corrida da Mercedes não revertia seus feitos em vitória.

O que houve? Vejamos: Mônaco é uma pista difícil para ultrapassagens, e alguns afoitos causaram acidentes que resultaram em demorados momentos de safety-car. Tendo pista livre e ninguém ameaçando, podendo ditar o ritmo e também salvar os pneus nos períodos de bandeira-amarela, Nico venceu.

E um momento foi decisivo. Lembram no começo da temporada quando Lewis tinha o carro mais lento e a equipe prateada pediu para Nico respeitar o companheiro? Nico o fez, mas contrariado disse que o time devia aquela para ele. Hoje, na primeira janela de paradas, o alemão foi chamado para os boxes antes de Lewis, essa decisão retirou o piloto inglês inclusive do pódio.

Adrian Sutil fez grande prova!

Quanto aos incidentes. Muito estranho o que acontece com Felipe Massa, duas batidas idênticas… E Pastor Maldonado mais uma vez foi afoito, detonando a equipe dentro e fora das pistas. E Perez teve bons momentos, mas jogou tudo fora ao forçar a barra – duas vezes – para cima de Kimi – o mexicano é a grande decepção da temporada.

E Kimi, heim? Depois da besteira de Perez ter comprometido sua prova, retornou e ainda foi buscar os pontos. Incrível e limpo, conforme as imagens abaixo:

Por fim, a Cerimônia de Premiação. Ah, Mônaco às antigas! O vencedor estaciona na pista, atravessa a rua, é recebido pela família real e volta para fazer a festa junto aos companheiros… Muito mais humano do que nas outras premiações da temporada.

Logo menos falamos de Tony Kanaan, vencedor das 500 Milhas de Indianápolis

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(Can’t you hear, can’t you hear the thunder? You better run, you better take cover”)

É bom matar uma saudade.

A Fórmula 1 recomeçou com uma feliz combinação: bagunça, causada pelo temporal na classificação e depois boas surpresas durante o desenrolar da corrida.

Ter Kimi vencendo num cenário desses é bom demais. Coloca o carismático piloto na condição de desafiante dos medalhões Alonso e Vettel. Estes, em uma primeira e incerta sensação, sentam respectivamente numa Ferrari bem mais competitiva e numa Red Bull não tão distante do pelotão.

A regularidade pode ser um grande trunfo para Kimi e sua Lotus nessa briga, algo onde que a Mercedes já começou pecando.

Entre as surpresas positivas temos Sutil fazendo grande papel no retorno de suas desventuras em Chinatown, e Jules Bianchi, que tirou poupa gorda do caroço da Marussia. Surpresas negativas? O novo McLaren se mostrou muito fraco, assim como a Caterham e sua dupla de pilotos.

Kimi, Vettel e Alonso. Lotus, Red Bull e Ferrari. Foi dada a largada.

Dia 24 de março é  Malásia – um circuito parecido com Jerez de la Frontera para uma Lotus parecida com A Lotus.

Sobre o dilema Lotus, convido-os a dar uma passadinha no blog do Capelli e conferir seu texto. O link, aqui.

Até mais, turma.

KimiWins

Foto retirada de: http://www.formula1.com

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Spa sem cautela

Pelas posições da largada Spa tinha tudo para ser tumultuada, eu só não imaginava que seria Grosjean o artíficie da bagunça.

Maldonado, claro, fez caca e queimou a largada, depois ainda bateria numa Marussia – já chega punido em Monza – mas seria o segundo piloto da Lotus que se privaria de certa inteligência.

Grosjean largou como dono da pista e, mesmo tendo todo o espaço do mundo, foi para cima de Hamilton na parte interna do traçado. O choque provocou um perigoso efeito em cadeia que terminou com diversos carros fora e um chassi voador passando muito perto da cabeça de Alonso. Pela peripécia e traquinagem Grosjean tomou um gancho, não correrá na próxima etapa.

A batida na primeira curva tirou Alonso, Hamilton e Perez da disputa. Button puxou o grupo tranquilamente até receber a bandeira quadriculada, numa prova onde ainda veríamos as belas disputas de Schumacher com Vettel e Kimi. Este último fazendo uma linda ultrapassagem sobre o alemão no “pé” da Eau Rouge.

Com boa parte dos ponteiros fora – tem maldade nessa frase – Massa terminaria na quinta colocação e traria pontos para a Ferrari. Será que fica? Eu acho que não. Bruno Senna correu bem, mas no final deixou os pontos escaparem ao ter de trocar os seus pneus.

Além das disputas num dos mais belos circuitos do mundo, o que Spa/12 nos deixa? Mais tempero no campeonato, oras. Alonso não pontuou, Vettel se aproximou e a McLaren vai forte para Monza.

Abaixo, desenho que a Equipe Lotus largou após o feito de Kimi – Eau Rouge Master:

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That Is All

“Eu senti cheiro de grama.”

Sir Jackie Stewart, em depoimento para o documentário sobre George Harrison que Martin Scorsese tirou da cartola – Living in the Material World – narra um pouco do transe em que se via durante algumas corridas.

Volante, motor, carro e piloto, fundiam-se no que Stewart explica como um estado onde os seus sentidos estavam hiper-aguçados. Relata:

“Meus sentidos estavam tão otimizados que na entrada da curva senti cheiro de grama – algo estava errado – e aliviei o pé do acelerador. Ao contorná-la, percebi um carro na área de escape.”

Era o solo de Something, feito por Stewart com seu F1.

Não é novidade, George acompanhava de perto a categoria. Fã de velocidade, amigo pessoal de caras como Fittipaldi, Hunt, Lauda, além de Stewart… & que também conheceu o mito abaixo.

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Fear and Loathing Mônaco – Final de semana  frustrante para quem esperava algo diferente da etapa da F1 – ok, temos mais um vencedor na temporada, o sem sal Webber.

Antes, na GP3, preliminar do evento oficial, o piloto russo Dimitry Suranovich assumiu uma postura anti-desportiva de assustar. Gilles Villeneuve às avessas, defendeu sua posição após perder a asa traseira, usando todos os meios possíveis para bloquear a passagem do  norte-americano Conor Daly na estreita pista urbana.

O terrível acidente na saída do túnel poderia ter graves consequências; a perda da licença para disputar provas automobilísticas é o mínimo desejado ao infame russo.

Poucas emoções na F1; apenas Pérez deu algum movimento à prova ao largar em último e quase pontuar.

A batida na partida tirou Koba da disputa e deu grande susto em Schumacher. O veterano, que cumpria punição e por isso não largou na ponta, mais uma vez deixaria de completar uma etapa – Rosberg o domina com facilidade.


A expectativa de chuva, que daria para Vettel um pulo do gato, não se confirmou. Seu companheiro de equipe venceu e empatou a vice-liderança do campeonato.

Campeonato que segue sendo liderado por Alonso. O espanhol faz uma de suas melhores temporadas, tirando mais resultados do que qualquer envolvido na criação do carro deste ano jamais poderia projetar.

E Jenson Button penou diante da Caterham de Kovalainen, para o constrangimento dos olhos atentos de Antonio Banderas.

Where the Buffalo Roam – A Indy 500 é sempre um barato de se acompanhar. Esse ano havia o batizado do chassis novo e a estreia de dois veteranos da F1 como atrações.

Após o hino, o voo dos aviões e o “start your engines”; após trocas seguidas de vácuo com seu companheiro da Ganassi, a atuação monstruosa de Kanaan animando as últimas voltas e a iniciativa transloucada de Sato em busca da vitória na última volta; Após 3 horas de fritura, Dario Franchitti se tornaria tri-campeão das 500 Milhas de Indianápolis.

Will Power e Mike Conway deram a grande pancada da prova:


E por fim: Um dos ex-personagens da F1, o homenageado em Mônaco, receberia bandeira preta por desempenho abaixo do aceitável no oval; o outro realizaria uma prova honesta e competente.

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