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Posts Tagged ‘Fusca’

20131110_114104Tão logo se fechavam “as cortinas” do evento, no domingo, desabaria uma chuva sem tamanho sobre Porto Alegre; porém, enquanto a festa acontecia, o fusqueiro lá de cima segurava a água toda – bem abençoada é a turma “a ar”.

No final de semana dos dias 09 e 10/11, na Sede Campestre da Associação dos Servidores da Justiça, aconteceu talvez o melhor evento de antigos que eu tenha participado. Sem exageros. Estavam lá muitos amigos, mais de 350 carros, música ao vivo, churrasco e chimarrão; nesse lugar bonito, seguro e com bom astral, estava o Porto Alegre Fusca Clube feliz e orgulhoso do encontro que organizou. Sucesso total.

Esses encontros ficam perfeitos quando ocupam um final de semana inteiro. Quem pega a estrada pode montar seu acampamento, curtir, descansar e no outro dia tomar o caminho de volta. Quem mora perto, por outro lado, consegue aproveitar na sua casa o que geralmente sonha encontrar quando é visitante.

Parabéns ao Porto Alegre Fusca Clube. Deu orgulho.

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Com a ajuda do grande Cristian, do simpático blog Macfuca, divulgo para todos os amigos o encontro deste ano do Clube do Fusca de Porto Alegre.

Tem tudo para ser ótimo, haverá até “caça ao hotwells”: serão 200 escondidos pelo lugar para a turminha procurar – com direito a dois brindes especiais que estarão junto deles.

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O 8º Encontro de Fuscas e Derivados de Porto Alegre se realiza-rá na Sede Campestre da Associação dos Servidores da Justiça, Av. Juca Batista, 2600.

Com uma sede ampla, repleta de área verde e espaço para os participantes do evento fazerem o seu churrasco a ASJ entrou como apoiadora do Porto Alegre Fusca Clube.

Este ano teremos um evento diferenciado, a começar pelo espaço como já foi citado.

Os inscritos no evento com os seus fuscas ou derivados terão a chance de concorrer ao sorteio de um Jogo de Rodas EMPI da Rally Som, uma Suspensão completa com as catracas Aschi da Aschi Suspensão, uma Jaqueta da EMPI fornecida pela FuscasBR. um par de Pneus para fusca da JP Pneus e um quadro de 50×100 da artistísta Plástica Silvia Farias com a pintura exclusiva em Pop Art que faz dos VWs.

Além destes apoiodores estamos contando com um leque maior de patrocinadores que no decorrer destes meses irão se agregando e acrescentando mais brilho neste evento.

Nossa intensão é proporcionar aos nossos convidados e visitantes o prazer de estar a volta dos seus carros e amigos em um lugar agradável em que não se sinta o tempo passar.

Na oportunidade também estará ocorrendo mais uma etapa da Copa de Carrinhos de Controle Remoto.

Muitas atrações ainda estão por vir e algumas em segredo que só se saberá no dia do evento.

Já confirmada para esta 8ª Edição a vinda dos editores da Revista Fusca&Cia que além da cobertura querem fazer matérias exclusivas com veículos que lhes chamarem a atenção.

Esperamos contar com a presença de todos os clubes do RS assim como também os de fora, que além de ajudar a promover a paixão pelos VW formam essa forte corrente de amizade e parceria em todos os lugares onde vamos.

Então agende aí para o dia 10 de novembro de 2013.

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De Fusca para a Prússia

Que tal ir para os lados poloneses em grande estilo?

Gostei do reboque, aliás … mas, e se o besouro inventa de estragar no leste europeu?

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De bugue, sim senhor.

Brazilian Folks é uma turma forte de São Paulo, fanática por VW’s.

Ao redor do grupo surgem reuniões, passeios, filmes, projetos e até uma revista eletrônica.
A foto abaixo pintou na página deles no Forum Fusca Brasil.

Gostei do buguinho de fibra e seu santo-antônio de cano dobrado!

Agora pergunto: Quem, quando e onde? Alguém sabe?

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…um projeto vencedor começava com MAXOIL no cárter

O valente carrinho dos irmãos Fittipaldi vencia o Corcel de Bird Clemente e Carlos Pace.

Tenho a impressão que essa 12 Horas de Porto Alegre sempre será resgatada. O Circuito da Cavalhada-Vila Nova também faz parte do mito.

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Durante as pesquisas para o post anterior esbarrei nesse evento que a Volkswagen, juntamente com uma antiga pista americana chamada Meadowdale, promoveu no esforço de manter as vendas dos compactos e barulhentos carrinhos de motor traseiro no mercado norte-americano.

Tenho que compartilhar, é um barato.

O evento ocorreu em 13 de Outubro de 1968. Proprietários acima dos 21 anos podiam judiar de seus fusquinhas em uma corrida de 3 horas com largada no estilo Le Mans, nos termos seguintes que eu, de propósito, deixarei em inglês:

$500 cash prize for 1st, $200 for 2nd, $100 for 3rd, $50 for 4th, $25 for 5th in each class.

Standard VW Beetles with the only required safety equipment- “approved seat belts”.

Helmets are required- “borrow one from a neighbor who rides a motorcycle”.

O vizinho motoqueiro perderia o capacete, que também poderia ser útil em provas de arrancadas.

É…eram outros tempos, e nós perdemos isso.
Resta conferir o material de divulgação e algumas fotos do que foi essa grande festa.
Que história teria o vencedor dessas 3 horas?
Na minha versão ele teria roubado o carro da família, tomado gosto pela coisa e nunca mais devolveu o capacete do vizinho motoqueiro.

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Empresas alemãs se esforçaram para emplacar no mercado norte-americano. A DKW caprichou no seu acabamento interno, já a Volkswagen até câmbio automático ofereceu nos seus fusquinhas – mudanças para se adequar ao gosto dos novos consumidores e também as leis locais.

Na Califórnia, junto do crescimento destes carrinhos no mercado, uma concessionária que vendia veículos e acessórios para Porsche e Volkswagen, a EMPI (Engineered Products Inc Motor) de Joe e Darrell Vittone, buscava a consolidação do seu nome.

Foi nela que Dan Gurney comprou um Porsche Speedster  com o qual começaria a sua vitoriosa carreira, aproximando os donos do negócio californiano do excitante mundo das corridas. Desta aproximação surgiu logo a idéia de divulgar a marca nas pistas, mas o mundo das arrancadas foi quem atraiu os californianos.

Passaram então a investir e aprimorar um pacato modelo oval 1200, de 1956. Este carro vermelho era veículo de uso diário do filho de Joe, Darrell Vittone, e iria começar suas aventuras no mundo das arrancadas.

Para sua primeira competição, o Nassau Bahamas Grand Prix, durante o verão de 1963, ele ganhou preparação leve: Kit Okrasa, escapamento 4×1, barra de torção na dianteira e compensador de cambagem atrás.

Os resultados foram péssimos, então uma preparação mais forte foi realizada. Agora o fusquinha arrancava com dupla carburação e novo kit de pistões, num acerto feito por Dean Lowry. O carrinho vermelho começava a colecionar vitórias e ganhava um apelido: “Inch Pincher” – o pequeno invocado encarava carros bem mais “brabos” que o seu compacto motor.

A afirmação veio no seu segundo Bahamas Grand Prix – 1964, quando ganhou cara de carro de competição e subiu de categoria. Teve o interior totalmente depenado para alívio de peso, o bloco do 1200 agora usava uma caixa de câmbio Porsche para dar tração aos pneus especiais de arrancadas.

Em 1966 já era um ícone.  Aparecia em capas de revistas especializadas  numa combinação de pintura vermelha, rodas BRM e a janela traseira maior – dos modelos que eram vendidos na época . O motor cresceu para 1952cc, ganhou componentes do Porsche Super 90, da Okrasa e dois Weber 48, virando o ¼ de milha em 12,7 segundos e atingindo 127 mph.

A mudança seguinte foi uma nova pintura, com chamas e o uso de fibra de vidro nas aberturas para alívio de peso. Essa configuração encerrou a série “Inch Pincher”, batendo o ¼ de milha em 11.80 segundos, seu sucessor chegaria na forma do psicodélico “Inch Pincher Too”.

Nos anos 70 Darrell Vittone decidiu construir o seu fusca de arrancadas, pois a pintura vermelha era muito ligada ao trabalho de Dean.  O chassi vencedor foi mantido, mas sobre ele sentou uma nova carroceria. Com diversas partes em fibra de vibro, vidros de acrílico, teto rebaixado e com um teto solar de lona (rag top), cheio de estilo como todo californiano gostaria de ter.

Essa carroceria, após a primeira aparição ainda na cor branca, ganharia a clássica pintura psicodélica com temas em amarelo, azul laranja e vermelho. A EMPI já era referência e a nova pintura tornou-se um clássico. De pôsteres até recriações em veículos de uso diário, Darrel atingia o objetivo de ter um carro com personalidade – e rápido, na primeira aparição com nova pintura fez o ¼ de milha em 12,09 segundos.

Em 1972 Darrel deixava a EMPI para fundar uma empresa de itens de competição. O seu antigo veículo de uso urbano seria então vendido e atualmente é lenda, perdeu-se.

Existindo ou não ainda o Inch Pincher Too original, o fato é que os catálogos da EMPI desde muito são objeto de desejo de quem anda em VW’s com mecânica a ar. E desses catálogos já saíram algumas réplicas dos pequenos endiabrados que davam trabalho nas pistas nos anos 60 e início dos 70.

Réplicas de época do modelo psicodélico vez em quando ainda são descobertas abandonadas, e resgatadas voltam ao asfalto.  Uma bela homenagem aos pioneiros, mesmo que numa linha de estilo onde a pouca altura e a frente com bitola reduzida  não permitam grandes velocidades – atualmente o culto aos VW a ar não está ligado necessariamente ao pedal do acelerador.

Bibliografia para este post:

http://www.empius.com

http://www.thesamba.com

http://www.stinkingass.blogspot.com

http://www.ratlookvw.yourbb.nl

http://www.speedwell55.skynetblogs.be

Qualquer correção, estejam a vontade para interagir. Abraços

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