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Posts Tagged ‘kombi’

Acabou-se o que era doce

Vai curtir a tua aposentadoria, mas não some do mundo.

Um dia te compro.

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Motos estão distante da minha realidade. Não teria, não me sinto bem nelas.

Já as corridas me prendem, e as fotos antigas também.

Que tal a turma abaixo? Todos orgulhos daquilo que a Kombi leva.

YamaLa, né.

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Unha e carne

A foto abaixo foi tirada em um encontro de Volks na cidade de Hanover.

Kombi alongada, para levar outros veículos, não é novidade. Aliás, imperdoável não existir no regulamento da F-Vee Brasil – que anda decolando em São Paulo – um artigo que dê a Pole automática para quem chegar com seu fórmulinha sendo transportado por uma dessas.

Mas o que me chamou a atenção mesmo foram as rodas da “carga” azul-franco, na foto. Três furos, cara de Renault. Seria uma categoria francesa concorrente da Vê? Com mecânica Gordini e o mesmo baixo custo nos anos 60? Será que até nisso as duas montadoras batiam de frente?

Como não sei responder, espero que alguma fera ajude. (E que hoje ambos fazem uma bela dupla, nao há dúvidas.)

P.S.: A foto foi postada por Roberto Ewerson nos facebooks da vida.

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Uma Feliz Páscoa para todos!


“I love the Cocio car”…ela disse isso! ai ai

(Eva Mendes, Páscoa e achocolatado Cocio…. tudo a ver)

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Kombis, pra que te quero

Uma graça, não?

Essa caiu de pára-quedas no Forum Fusca Brasil. Foto feita, creio eu, em algum evento com carrinhos de antanho (como diria o mito Lito).

Três Kombis, um fusca gêmeo do meu, a lotus 49 já com apêndices aerodinâmicos e a Williams da temporada de 1980 (eu acho).

Resta a dúvida, que carrinho estaria levando a terceira Kombi? Um Eagle? Um Matra-Simca? Uma Leyton-House?

Mistério!

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Trabalhar a imagem de um produto é uma maneira interessante de se ganhar dinheiro. Não sei se eu seria um bom e feliz profissional nessa área, mas, enxergo fácil quando os publicitários acertam a mão e, também, onde dão um belo tiro fora.

Semana passada a Mclaren, mais precisamente a Vodafone, deu uma bela amostra de campanha simpática, daquelas que acertam na mosca. Este patrocinador criou um filme onde a jovem dupla de pilotos se desloca, de Kombi, para Silverstone. Uma bela Kombi, diga-se. Modelo Samba, saia e blusa com janelas no teto, rodas Fuchs, rag top, bagageiro com uma mala retrô. Nada estava ali por acaso. A van, o clima que ela criou, os pilotos curtindo o passeio, tudo para os aproximar de quem os assiste, pela televisão. Alguns destes espectadores inclusive interagiram com eles, em uma loja de conveniências onde estacionaram. (E Hamilton fez um rancho de revistas…)

A Mclaren sempre foi um time sisudo, Ron Dennis, um dos mais antipáticos dirigentes, representava bem a imagem da escuderia. Mas os tempos mudaram, o time do melhor carro, hoje, tem clima e espírito jovem. A Red Bull sabe lidar com o seu público, e ganha pontos com isso. Times novos, como a Virgin, chegam trazendo a mesmo linguagem nova, onde equipes como Mclaren e a Ferrari destoam.

E a Vodafone? Eu não sabia que era uma espécie de “Vivo ou Tim deles”. Agora eu sei.

Eu adoro Kombi. O fusquinha 1969 da minha garagem sabe que muito deve a elas por estar hoje comigo.

Tenho uma grande coleção de carrinhos em miniaturas. A amarelinha acima foi comprada em 1994, na cidade de Curitiba. Estilosa, surfistona, com porta lateral de correr, calotas e pintura hiponga. É uma das minhas miniaturas preferidas. Talvez porque seja o carro em que passei boa parte dos meus 10 primeiros anos de estudo. O vai e volta a caminho do jardim de infância e depois para as séries do primeiro grau eram feitas na “Kombi do tio Antônio” Gente finíssima era o Tio Antônio, de levar pra tomar sorvete no dia da criança.

Algumas boas lembranças ficaram. Quando ele me pegava em casa, na ida, a van já estava cheia. Então, eu ficava de “porteiro”. Era chato ficar de porteiro. Já na volta,  formávamos fila na calçada, em frente ao colégio. Os lugares mais disputados eram no banco da frente e no “chiqueirinho”. Na frente se via a estrada, o Tio Antônio manobrando e trocando marchas, as casas dos colegas vindo e indo. Eu imitava os movimentos da direção na saída de ar, ao lado do porta-luvas. No “chiqueirinho” íamos esparramados, como no chão do nosso quarto. Era quentinho no inverno, tinha o barulho clássico do motor a ar e o lance de falar e o resto não escutar. Era um belo ensaio para as bagunças futuras no fundo dos ônibus de viagem. Ali, no chiqueirinho da Kombi do Tio Antônio, eu dei o meu primeiro selinho. Eu era ligeiro e ela, lindinha.

A Vodafone acertou na mosca esse tiro.

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