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Posts Tagged ‘Piquet’

BT-52 em Goodwood

Sempre que o Festival de Goodwood entra em cena, acabamos sendo presenteados com saudosos carros e pilotos novamente trabalhando na pista. Nada contra os museus, mas carro de corrida parado é coisa muito triste.

Nesse ano, entre as atrações, está o reencontro de Nelson Piquet com a Brabham do seu bi – em 1983.

Reformada pela BMW, o lindo BT-52 vai torcer muito pescoço no festival.

Confiram uma amostra em vídeo, e durmam com a tristeza da certeza de que ir nessa festa é coisa para poucos afortunados.

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Chegamos ao fim da série. Confira!

E o que dizer após os quatro episódios?

Baita iniciativa da Ford. Grande trabalho do marketing, belo pega.

Por mim o novo Fusion venderia feito água – pagaria os gastos da campanha e traria a marca de volta ao topo dos mais vendidos. Eu quero um, mas esses carrões são caros. Tomara que emplaquem.

Valeu Ford; valeu Piquet; valeu Mansell.

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Têm os dias ruins também, né? Diz o brasileiro

Lindo carro, ainda mais na cor branca.

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Na sequência do filme os dois pilotos começam a se alfinetar enquanto detalhes do lindo carro são descritos.

Piquet é sempre impagável.

Parte 2:

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Começamos a acompanhar a nova campanha da  Ford, divulgando o seu Fusion!

Parte 1:

 

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Queria escrever algo sobre a vitória do Oswaldo Negri Jr. nas 24 Horas de Daytona, mas não consegui acompanhar nada da prova. Não tenho Speed Channel e a minha conexão de internet não ajudou, frustrante, deixo para outros o relato. Pelos que li foi demais, estão abertos os trabalhos do ano.

Amanhã Barrichello senta no carro da KV Racing, equipe de Kanaan, para testes. Seria interessante se, além de ajudar o seu amigo no acerto do novo chassi, Barrichello visse ali uma oportunidade de seguir em atividade dirigindo monopostos.

Brasileiros em monopostos de diferentes categorias, ao longo da história, vamos lá:

Emerson Fittipaldi no Copersucar F6A de 1979, rasgando o asfalto do Hockenhein – Largou a prova na 22 posição e abandonou a corrida por problemas elétricos na quarta volta. Venceu Alan Jones/Williams, seguido de Regazzoni/Williams e Laffite/Ligier.

Emerson não precisava mais provar nada a ninguém na Fórmula 1.

Alex Dias Ribeiro em sua March 762, no ano de 1976, quando disputava a Fórmula 2. No mesmo ano subiu a categoria principal.

Nelson Piquet com sua Ralt em 1978, na pista de Donington Park. Na época ele disputava a Fórmula 3 e ali quebraria o recorde de vitórias de Jackie Stewart. Nesse mesmo ano andaria também na categoria principal em três carros diferentes – mito!

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Festa em Interlagos

É uma emoção diferente, essa. Assim como Emerson de Lotus, ano passado, comigo Piquet e Brabham sempre foi apenas em vídeos e tributos.

Nelson eu ainda acompanhei nas suas últimas temporadas, de Benneton, mas não era o auge. Não vivi o seu auge e o tenho como um dos meus ídolos, gozado.

Foi bom por demais ver ele com aquele carro, acelerando e se divertindo. Antes de brincar com a audiência, em clima de final de campeonato, azulou o cano da Brabham do acervo do ex-patrão Bernie em quatro voltas, virando em torno de 1min39seg baixo na melhor delas, isso com um carro de 30 anos.

Obrigado, valeu a tarde.

(Vídeo pescado no youtube, não sei como creditar corretamente o usuário que subiu ele)

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BT49

Domingo está chegando. Como aperitivo, o carro que abrirá a festa e um pouco da sua mecânica.

Em 2013 tem mais Piquet, heim.

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Por instantes estamos novamente no final de 1981. Agora a Fórmula 1 tem um novo campeão e o Brasil a magia sendo mantida.

Os anos do mito desbravador Emerson na Copersucar já mostravam o praxe discurso ingrato e desmemoriado da torcida quando Nelson Piquet, cria do automobilismo de base  –  por um tempo correndo escondido da forte família, chega ao topo.

Foi o primeiro dos três títulos (81,83 e 87) de um dos mais talentosos, geniosos e vencedores atletas entre os que representam este país no mundo.

30 anos depois, comemorando 1981, reencontrará a sua Brabham e dará a bandeirada em Interlagos. Será mais uma oportunidade para compreendermos quem foi Nelson Piquet, visualizarmos o tipo de pressão e situações que enfrentou e como lidou com tudo isso – oportunidade também para vermos a linda BT49C em ação.

No primeiro título, ficou apenas um ponto na frente do argentino Carlos Reutmann, da Williams.


Brabham Motor Racing Developments, na gestão de Bernie Ecclestone

Modelo: BT49C by Gordon Murray, Patrocinado pela Parmalat, de 1981

Pilotos: Nelson Piquet (Campeão), Hector Rebaque (décimo) e Ricardo Patrese

Chassis em alumínio, pesando aprox. 586kg. (deixa para lá…)

Câmbio Hewland de 5 marchas

Freios com discos de carbono

Pneus Michelin, amortecedores Koni

Motor Ford Cosworth v8, com 2.993 cm³ gerando 475 cv à 11000 rpm

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Blibliografia:

Foto copiada do ótimo F1 Nostalgia

Dados de statsf1.com

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